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Aguinaldo e Zé

Aguinaldo e Zé

Amigos e aliados do ex-prefeito José Aldemir estariam defendendo que se o deputado federal Aguinaldo Ribeiro não conseguir uns redutos eleitorais para ele, dois outros candidatos a deputado federal estariam de braços abertos para “trocar” os votos de Zé em Cajazeiras por de outras cidades.

Aguinaldo e Zé

Um dos interlocutores teria conversado com os dois candidatos, sendo que um deles, além de lhe garantir mais de cinco mil votos, lhe daria uns “trocados” do fundo partidário para ajudá-lo tanto em Cajazeiras, quanto em outras cidades.

Aguinaldo e Zé

Zé teria sido informado desta “articulação” de alguns amigos, mas teria se recusado a deixar de apoiar Aguinaldo em Cajazeiras, face as inúmeras obras que juntos conquistaram para Cajazeiras, que ultrapassam os 60 milhões de reais e ele teria dito: não posso “trair” a quem tanto me ajudou durante todos esses anos.

Só, somente só

Alguns observadores dos “flashs” da movimentação dos políticos na última semana, em Cajazeiras, captaram o quanto o político sem mandato e principalmente os que tiveram que se afastar para concorrer a algum mandato, ficaram só, mas sozinhos mesmo durante as diversas solenidades, como foi o caso do ex-governador João Azevedo. Todos os olhos, beijos, abraços e apertos de mãos eram todos dirigidos para Lucas Ribeiro.

Lucas e Chico Mendes

Em sua visita ao sertão, na semana que passou, o governador Lucas Ribeiro foi indagado por um repórter: “quem será o seu líder na Assembleia?”. E o governador, que estava com Chico Mendes ao seu lado, o indagou: “Chico você quer sair da liderança? De imediato respondeu: “de jeito nenhum”. Foi uma gargalhada geral. Chico tá mais seguro que catarro de tuberculoso na parede.

E a imprensa?

Dois jornalistas que acompanhavam a caravana do governador, Lucas Ribeiro, conversavam com um cidadão cajazeirense sobre o jornalismo praticado em Cajazeiras e no meio da conversa saiu esta pérola: “ter lado não é defeito quando a notícia é dada com honestidade e ética”. O resto é fumaça ao sabor do vento.

Cícero e Zé Aldemir

O ex-governador Cícero Lucena, e pré-candidato ao mesmo cargo, que está sendo muito bem informado sobre o que acontece nos bastidores da política de Cajazeiras, no último sábado dia 09, antes de fazer um passeio pela feira livre da cidade, visitou o seu velho amigo, o ex-prefeito José Aldemir Meireles. Não se tem detalhes da conversa entre os dois.

Cícero e Zé Aldemir

O ex-governador, que está em plena campanha, andou pelas ruas de Cajazeiras e depois participou de uma entrevista na Rádio Alto Piranhas, no programa Questão de Ordem, do jornalista Geraldinho, que ao final declarou: “uma cidade como Cajazeiras não pode passar oito anos sem interlocução entre o prefeito e o governador, mesmo não sendo correligionários”. Ele se esqueceu de dizer que a cidade é o oitavo colégio eleitoral da Paraíba.

Zé e Lucas

Um cidadão ao tomar conhecimento da visita de Cícero ao ex-prefeito Zé Aldemir foi incisivo: “pode apostar que amanhã Zé Aldemir vai ser chamado por Lucas para uma conversa”. Comenta-se que há dias Zé vinha tentando uma audiência com Lucas e não era atendido. Comenta-se que Zé já teria sido chamado por Lucas.

Ideia maluca

Ainda não se tem conhecimento de onde teria partido a ideia de recepcionar o governador Lucas Ribeiro, em uma das solenidades, em Cajazeiras, com uma panela cheia de buchada. Isto é coisa de quem não tem juízo, teria dito um cidadão de Carrapateira ao ver a presepada.

Recursos garantidos

O senador cabeludo, Veneziano Vital (MDB), declarou à imprensa que os recursos para as obras que interligam a Praça José Rolim Guimarães (Praça do Pirulito) à Avenida José Donato Braga estão garantidos, em Cajazeiras, mesmo diante dos “rompimentos” de Zé Aldemir e da professora Corrinha Delfino. “Em nome do povo de Cajazeiras”, teria dito Vené.

Tristeza

O filósofo, que não é mais biriteiro, frequentador habitual do Bar da Graxa, o ponto da intelectualidade cajazeirense e da democracia, está muito triste, não só porque foi proibido de beber, mas pelos rumos que a política partidária de sua amada cidade está tomando. Mas filosofou: “a tristeza só toma de conta da alma daqueles que creem que a alegria morreu”. Mas ainda levou o copo até o nariz para sentir o aroma da pinga que acabara de chegar para o seu colega de mesa e de tristeza.

Fonte: A Faisqueira (Alto Piranhas)

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